O economista-chefe da CNC, Fábio Bentes, observou que “nem mesmo o bom momento do mercado de trabalho tem sido suficiente para conter o avanço na inadimplência, tamanho o patamar atual dos juros”.
A elevação dos níveis de endividamento e inadimplência preocupa o comércio e o setor de serviços. O presidente do sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, afirmou que o avanço simultâneo dos três indicadores — endividamento, inadimplência e percepção de insuficiência financeira — “é um alerta para a necessidade de ajustes… para que os resultados de 2025 não se repitam ou se agravem ainda mais em 2026”.