A entrada de novas dívidas para pagamento das antigas, o uso crescente de modalidades de crédito mais caras e de curto prazo, como carnês, também amplifica os riscos. A pesquisa mostra que, em momentos anteriores, o cartão de crédito permanecia como a principal forma de dívida, mas modalidades como carnês e crédito pessoal ganharam participação.
A CNC projeta que o endividamento das famílias pode subir mais 3,3 pontos percentuais até o fim de 2025, em relação ao nível de 2024. Já a inadimplência poderia subir 1,5 ponto percentual no mesmo período. Essas expectativas reforçam a necessidade de cautela por parte dos consumidores e dos setores econômicos que dependem do consumo familiar.