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5 anos do Pix: sistema já gerou economia de R$ 117 bilhões para empresas e consumidores

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Por que o Pix reduz tantos custos?

Antes do Pix, fazer transferências entre bancos frequentemente exigia o pagamento de tarifas. Empresas também gastavam mais para aceitar pagamentos no débito, já que havia taxas para cada operação. Com a ferramenta, essas despesas caíram drasticamente.

O sistema tem baixo custo operacional e funciona de forma automatizada, o que permite que bancos e empresas gastem menos para processar cada operação. E como o sistema é praticamente instantâneo, o dinheiro entra na conta na mesma hora, o que facilita o fluxo de caixa de pequenos e grandes negócios.

Para os consumidores, a economia vem do fato de que, na maior parte das situações, o Pix é gratuito. A única exceção é quando uma empresa usa o ele para receber pagamentos; ainda assim, o custo costuma ser muito menor do que o cobrado nas transações tradicionais.

O Pix já é usado em praticamente todas as situações do dia a dia: pagar compras, transferir dinheiro entre amigos, quitar serviços, fazer cobranças, receber salários e até substituir maquininhas. Com a ampliação constante dos serviços, como Pix Saque e Pix Troco, a tendência é que o método continue ampliando sua presença no mercado.

Sobre o autor Saara Paiva

Jornalista, exploradora de eventos culturais e entusiasta da prática de esportes. Escreve sobre finanças sem palavras difíceis e com temas relevantes para quem vive a realidade brasileira.

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