Saldo diminui, mas o número de beneficiários aumenta a cada atualização
O total disponível no sistema vem oscilando nos últimos meses. No início do período-base de outubro, havia R$ 9,9 bilhões, cifra inferior aos R$ 10,4 bilhões registrados em agosto e aos R$ 10,7 bilhões observados em julho. Essa queda está ligada aos resgates contínuos feitos pelos usuários.
O aumento no número de pessoas com valores a receber decorre da atualização periódica das informações fornecidas pelas instituições ao Banco Central, que passam a integrar o sistema à medida que novos dados são enviados. Por isso, mesmo com o saldo diminuindo, o total de beneficiários cresce conforme mais registros antigos são processados.
Sistema reúne vários tipos de valores esquecidos ao longo dos anos
O SVR concentra recursos deixados para trás por motivos variados, como contas de poupança e conta-corrente encerradas com saldo, tarifas cobradas de forma indevida, despesas de empréstimos, valores remanescentes de consórcios e contas de pagamento com quantias não movimentadas.
Esses valores não desaparecem. Permanecem retidos até que o cliente acesse o sistema, faça a consulta e solicite o repasse. Não há prazo para retirada e não existe cobrança para acessar os recursos.


