IBOV 138.420 +0,82% USD/BRL 5,18 -0,34% EUR/BRL 5,62 +0,11% Bitcoin US$ 61.450 -0,38% Ethereum US$ 1.627 -0,67% Selic 9,75% estável IPCA 12m 3,84% -0,12pp Petróleo Brent US$ 82,40 +1,21%

Brasileiros entram em 2026 mais endividados, apesar do emprego e da renda em alta

Por

·

Dificuldade em reduzir dívidas vem do passado

Os dados ajudam a explicar por que o brasileiro segue endividado mesmo com melhora no mercado de trabalho. Parte desse cenário está ligado ao chamado rolamento da dívida, quando uma dívida antiga é substituída por outra, geralmente com juros mais altos.

Flávio Ataliba, pesquisador do FGV Ibre, explica durante a entrevista para o InfoMoney que o país ainda sente os efeitos do período da pandemia da Covid-19. Naquele momento, muitas famílias precisaram consumir suas reservas financeiras e recorrer ao crédito para manter o consumo básico.

Além disso, houve uma ampliação do acesso ao crédito nos últimos anos, especialmente com a atuação de fintechs, empresas de tecnologia financeira que passaram a oferecer cartões e empréstimos para pessoas antes fora do sistema bancário tradicional. Esse movimento aumentou a liquidez, mas também elevou o endividamento, sobretudo entre quem tem menor acesso à educação financeira.

Continuar lendo

Sobre o autor Rafaella Ranulfo

Jornalista especializada em assessoria e gestão da comunicação. Pós-graduanda em psicologia positiva, felicidade e bem-estar. Além de suas contribuções online, é autora de dois livros e criadora de conteúdo

Newsletter

As principais notícias de finanças no seu e-mail

Análises de mercado, economia e negócios. Sem spam, cancele quando quiser.

Publicidade
Publicidade