Cobranças ocorreram durante mais de uma década
De acordo com o Procon-MPMG, a prática ocorreu durante aproximadamente 14 anos e atingiu consumidores de diferentes regiões do país. Parte significativa dos casos envolvia cartões emitidos em lojas varejistas parceiras do banco.
Embora o Itaú não tenha divulgado o número total de clientes afetados nem o valor estimado dos ressarcimentos, especialistas avaliam que o caso pode gerar impacto financeiro relevante para a instituição.
O Itaú também alertou os clientes sobre possíveis tentativas de fraude durante o processo de ressarcimento. Segundo a instituição, não haverá cobrança de taxas ou solicitação de senhas para liberação dos valores.
A recomendação é que os consumidores utilizem apenas os canais oficiais informados pelo banco.


