Estar em Angola em uma data tão significativa para nós — o Dia Internacional da Mulher, 8 de março — é, para mim, mais uma maneira de colaborar para que mais mulheres tenham a possibilidade de participar ativamente das decisões na educação, nos negócios e na política.
Tive a oportunidade de ver de perto que Angola tem avançado significativamente na promoção da liderança feminina e na ampliação da representatividade dessas potências em diversas esferas.

Mas, também vi que ainda há muito a ser feito e que as mulheres angolanas estão dispostas a alcançar melhores oportunidades e expansão financeira para todos. Há um esforço para aumentar a presença delas em cargos ministeriais, secretarias de Estado e cadeiras estratégicas, para que sua participação no crescimento econômico do país seja devidamente reconhecida e expandida.
A Constituição do país e várias iniciativas governamentais incentivam a igualdade de gênero, e isso reflete diretamente nos resultados atuais, com o crescente número de mulheres em posições de liderança no governo. Com isso, a visibilidade e a representatividade feminina ganham força e novas perspectivas.


