O crescimento da audiência e o potencial de mercado
Os números falam por si: o futebol feminino vem conquistando um espaço cada vez maior no coração e na rotina dos torcedores. A Copa do Mundo Feminina de 2023 alcançou a impressionante marca de 2 bilhões de espectadores globais, superando todas as expectativas da FIFA. No Brasil, a Seleção Brasileira atraiu uma audiência média de 8 milhões de espectadores por jogo na TV Globo, com a final registrando recordes históricos.
Mas não é só na TV que esse movimento acontece. Nas redes sociais, a competição ultrapassou 200 milhões de interações, mostrando que a conexão entre torcedores e futebol feminino é cada vez mais digital e imediata.
Esse novo público também tem um perfil diferente. Levantamentos da Nielsen indicam que os torcedores do futebol feminino são, em grande parte, jovens, digitalmente conectados e atentos às marcas que se associam ao esporte que eles consomem. Para a Geração Z, o futebol feminino é mais do que uma modalidade: é um símbolo de diversidade, inclusão e novas narrativas.
Esse novo contexto é, para Nina Brandão, uma peça-chave na transformação do mercado:
“As marcas perceberam que o futebol feminino conecta com valores sociais importantes, como igualdade de gênero e inclusão. Esse alinhamento gera engajamento genuíno com o público e impacta diretamente no retorno dos investimentos.”


