Dados e audiência: os bilhões que movimentam o feminino
Investidores que antes viam o segmento como “aspiracional” agora tratam o esporte feminino como ativo de portfólio. O bilionário indiano Mukesh Ambani, por meio de sua empresa Reliance Industries, adquiriu os direitos da franquia Mumbai Indians na Women’s Premier League (WPL) por cerca de US$ 112 milhões (aproximadamente 901 crores de rúpias indianas).
Essa foi a oferta mais alta entre as cinco equipes fundadoras da liga. Michele Kang e Whoopi Goldberg lançaram juntas a AWSN, uma rede internacional de transmissão 100% dedicada a esportes femininos, com distribuição própria e foco em atletas de elite.
E o retorno não é apenas financeiro: é reputacional. Um estudo recente mostra que campanhas de marcas associadas a atletas mulheres geram o dobro da intenção de compra quando comparadas às mesmas campanhas com atletas homens. A força do impacto simbólico, somada à performance esportiva, cria uma conexão afetiva, de pertencimento e de futuro.


