A opção pela estética da obra também exigiu pesquisas detalhadas. O museu buscou representar a princesa com um aspecto considerado “radiante”, expressão usada por Delhommeau à Reuters. A ideia era diferenciar a homenagem daquela exibida no Museu Madame Tussauds, em Londres, outra instituição tradicional no segmento de esculturas de cera.
A direção do Grévin optou por vestir a estátua com o vestido preto de coquetel usado pela princesa em 1994. O traje ficou marcado por ter sido escolhido na mesma noite em que o então príncipe Charles admitiu publicamente ter cometido adultério. A roupa se tornou um dos símbolos mais comentados da trajetória pública de Diana e é frequentemente referenciada pela mídia internacional.