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Museu de Paris inaugura estátua de Diana após 30 anos

O impacto econômico vai além da bilheteria. Segundo balanços divulgados pela Compagnie des Alpes, mais de 40% das receitas do Grévin vêm de atividades complementares, como loja oficial, licenciamento de imagem e eventos privados. Somados, esses segmentos representam entre 8 milhões e 10 milhões de euros por ano (de R$ 48 milhões a R$ 60 milhões), reforçando o modelo de negócios sustentado pela venda de produtos temáticos e pela forte presença da instituição na economia criativa francesa. A chegada de novas figuras ao acervo, como a estátua da princesa Diana, tende a ampliar essa movimentação por estimular a compra de souvenires e aumentar o fluxo turístico de curto prazo.

O museu também integra a cadeia de empregos do setor cultural parisiense, empregando diretamente cerca de 120 profissionais, segundo dados públicos do grupo administrador. Em períodos de alto fluxo, especialmente na primavera e no verão europeus, esse número pode crescer com contratações temporárias para atendimento, manutenção técnica e operações de bilheteria. No total, o Grévin contribui com dezenas de milhões de euros anuais para a economia local, ao atrair visitantes que também gastam em transporte, restaurantes e comércio da região. A inauguração da estátua de Diana, uma figura global com apelo intergeracional, deve gerar um pico adicional de visitantes, reforçando o papel econômico do museu no turismo de Paris

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