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A música como ativo econômico: o modelo da Novo Traço que une marcas, público e lucro

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“Olha, honestamente, para mim, democratizar a cultura nunca foi ativismo”. A frase, dita de forma pragmática, resume a filosofia de Rafaello Ramundo, fundador e diretor de criação da Novo Traço. Para ele, a música não é apenas entretenimento; é um item essencial, “um braço da arte fundamental para a cesta básica de qualquer ser humano”. Mas, acima de tudo, Rafaello prova que essa premissa é um negócio altamente rentável e escalável.

Cria da Tijuca, Zona Norte do Rio, Rafaello transformou sua trajetória pessoal em uma das empresas mais sólidas do mercado de live marketing e entretenimento do país. Com 18 anos de estrada, a Novo Traço opera sob uma lógica que desafia o senso comum do setor: democratizar o acesso não é caridade, é estratégia de mercado.

Rafaello Ramundo, fundador da Novo Traço, em cenário urbano.
Rafaello Ramundo, fundador da Novo Traço | Foto: Reprodução/ Divulgação

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Sobre o autor Edu Carvalho

Jornalista e apresentador. Com mais de uma década na comunicação, passou pela Globo, CNN, Revista Época. É colunista em Ecoa UOL e Projeto Colabora. Filho da Rocinha, cria do mundo.

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