O modelo B2B2C: resolvendo dores corporativas com emoção
Enquanto muitos produtores buscam patrocínio como uma forma de “ajuda”, Rafaello inverteu a lógica. Ele entende a Novo Traço como uma “máquina de produção de ideias musicais” que opera em um modelo B2B2C (Business to Business to Consumer).
O pulo do gato? Usar a música para resolver problemas de grandes corporações. “A virada de chave (…) foi compreender e me aproximar de empresas que, assim como as pessoas, são pessoas, porém jurídicas”. Na conversa que o Super Finanças teve, ele cita o exemplo de concessionárias de energia, como a Equatorial Energia, que patrocinam seus festivais. Essas empresas, que muitas vezes lidam com consumidores insatisfeitos por questões cotidianas, encontram na música um território de conexão suave.
“Quando uma marca vive essa experiência de que o seu problema do cotidiano é resolvido por conta do estado de espírito mais bem-humorado (…) é muito difícil que ela resista a esse investimento.”


