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A música como ativo econômico: o modelo da Novo Traço que une marcas, público e lucro

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Resultados que tocam a “última linha da planilha”

A estratégia se provou eficaz. Em 2025, a Novo Traço bateu recorde de faturamento, realizou cerca de 100 shows e gerou 3.000 empregos diretos. Rafaello é enfático sobre o impacto econômico de sua operação: “Não adianta a gente discutir distribuição de renda (…) e a gente não colocar a mão na massa para gerar emprego de verdade”.

Essa visão está alinhada com o crescimento robusto do setor no Brasil. Segundo o Mapeamento da Indústria Criativa 2025, da Firjan, a área representou 3,59% do PIB nacional em 2023, movimentando R$ 393,3 bilhões. A Novo Traço surfa essa onda, projetando-se não como uma empresa carioca, mas nacional, produzindo “do Oiapoque ao Chuí”, com sedes no Rio, São Paulo e São Luís.

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Sobre o autor Edu Carvalho

Jornalista e apresentador. Com mais de uma década na comunicação, passou pela Globo, CNN, Revista Época. É colunista em Ecoa UOL e Projeto Colabora. Filho da Rocinha, cria do mundo.

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