2 – Reino Unido
O Reino Unido alcança uma pontuação de 89,40. São 2.393 periódicos ao Prêmio Nobel e 128 universidades reconhecidas pela premiação. O QI médio no país é de 99,12. Quanto à formação acadêmica, 39,59% da população adulta possui diploma de bacharelado ou equivalente, enquanto 14,37% possui título de mestre ou equivalente.
3 – Estados Unidos
Os Estados Unidos aparecem na terceira posição, com uma pontuação de 89,18. O país registra 5.717 restrições ao Prêmio Nobel e 256 universidades relacionadas ao prêmio. Seu QI médio é de 97,43. Em termos de escolaridade, 38,57% da população adulta possui diploma de bacharelado ou equivalente, e 14,79% possui título de mestre ou equivalente.
4 – Países Baixos
Os Países Baixos ocupam a quarta colocação, com uma pontuação de 87,30. O país conta com 550 periodicidade ao Prêmio Nobel e 21 universidades indicadas à premiação. Seu QI médio é de 100,74. Além disso, 36,63% da população adulta possui diploma de bacharelado ou equivalente, e 15,56% possui título de mestre ou equivalente.
5 – Bélgica
A Bélgica está em quinto lugar no ranking, com uma pontuação de 86,58. O país soma 495 recomendações ao Prêmio Nobel e 23 universidades indicadas à premiação. Seu QI médio é de 97,49. No quesito educação, 39,39% da população adulta tem diploma de bacharelado ou equivalente, e 17,28% tem título de mestre ou equivalente.
6 – Suécia
A Suécia ocupa a sexta posição, com uma pontuação de 85,62. O país tem 834 restrições ao Prêmio Nobel e 34 universidades reconhecidas pelo prêmio. O QI médio no país é de 97,00. Em relação à formação acadêmica, 33,69% da população adulta possui diploma de bacharelado ou equivalente, enquanto 16,18% tem título de mestre ou equivalente.
7 – Alemanha
A Alemanha aparece em sétimo lugar, com uma pontuação de 85,40. O país registra 3.653 candidatos ao Prêmio Nobel e 150 universidades associadas à premiação. Seu QI médio é de 100,74. Na educação, 29,21% da população adulta tem diploma de bacharelado ou equivalente, e 12,28% possui título de mestre ou equivalente.
8 – Polônia
A Polônia ocupa a oitava posição no ranking, com uma pontuação de 80,70. O país tem 284 candidatos ao Prêmio Nobel e 17 universidades indicadas à premiação. Seu QI médio é de 96,35. Além disso, 28,65% da população adulta possui diploma de bacharelado ou equivalente, enquanto 22,31% tem título de mestre ou equivalente.
9 – Dinamarca
A Dinamarca regista uma pontuação de 80,46. O país soma 503 limita ao Prêmio Nobel e 20 universidades conhecidas pela premiação. Seu QI médio é de 97,83. No quesito educação, 32,73% da população adulta tem diploma de bacharelado ou equivalente, e 13,28% possui título de mestre ou equivalente.
10 – Finlândia
Fechando o ranking, a Finlândia aparece na décima posição, com uma pontuação de 80,24. O país conta com 198 periodicidade ao Prêmio Nobel e 16 universidades indicadas ao prêmio. Seu QI médio é de 101,20. Em relação à formação acadêmica, 28,80% da população adulta possui diploma de bacharelado ou equivalente, enquanto 14,43% possui título de mestre ou equivalente.
Inteligência vai além de números
Esse estudo deixa claro que a inteligência não se resume a testes de QI ou prêmios. Como disse Marc Kastner, presidente da Science Philanthropy Alliance, os Prêmios Nobel refletem conquistas do passado e não mostram toda a complexidade da inteligência humana.
A inteligência de um país depende de vários fatores, como cultura, liberdade de pensamento, acesso à educação e capacidade de inovação. Esses elementos ajudam a desenvolver habilidades cognitivas e impulsionar o progresso.
O ranking dos países mais inteligentes é um ponto de partida para uma discussão mais ampla sobre o que realmente torna uma sociedade inteligente.
Como o estudo foi feito
O estudo da World of Card Games utilizou dados de fontes confiáveis, como a Organização do Prêmio Nobel, World Population Review e o Banco Mundial. Cada país foi avaliado com base em vários critérios, e a pontuação final refletiu seus pontos fortes e fracos em relação a esses indicadores.
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