Crescimento acelerado e falta de fiscalização motivaram mudança
Desde 2017, a flexibilização nas regras da EaD permitiu um crescimento de 700% na oferta de cursos superiores nessa modalidade. Esse avanço rápido, porém, não veio acompanhado de fiscalização. Foi comum a criação de polos de apoio presencial sem qualquer estrutura ou avaliação do Ministério da Educação (MEC). Algumas unidades chegaram a funcionar em salas improvisadas acima de padarias e postos de gasolina.
Com o novo decreto, os polos EaD precisarão de estrutura mínima obrigatória, como laboratórios, salas de estudo, acesso à internet de qualidade e um responsável técnico para auxiliar os estudantes. Além disso, todas as avaliações agora deverão ser presenciais e aplicadas em campus autorizado, com peso maior na nota final do aluno. As provas também deverão incluir questões discursivas que representem ao menos um terço da nota total.


