Medição como ponto de partida
Na Nestlé, mensurar é o primeiro passo. “Não se gerencia o que não se mede”, resume Taissara Martins, head de sustentabilidade da companhia no Brasil. Um exemplo prático foi identificar que 70% das emissões de gases de efeito estufa da empresa vêm do campo. Isso levou à promoção de práticas de agricultura regenerativa em cadeias produtivas importantes, como cacau e leite.
“Estamos saindo de uma lógica linear para uma abordagem regenerativa, que mede o sucesso pelo impacto positivo”, explica Taissara. A ideia é transformar o modelo de negócios para que crescimento e sustentabilidade caminhem juntos.
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