Financiamento climático será prioridade até 2030
O anúncio feito pelo banco está inserido em um esforço para que metade de todos os financiamentos da instituição estejam vinculados a iniciativas sustentáveis. Isso significa que o banco pretende destinar 50% de seus investimentos a projetos que tenham como foco a redução de emissões de gases de efeito estufa, a adaptação às mudanças climáticas e a preservação do meio ambiente.
Parte desses recursos será mobilizada por meio do BID Invest, o braço do da instituição financeira voltado ao setor privado. O BID Invest tem como função financiar projetos de empresas e atrair capital privado para ampliar o impacto das ações.
Segundo o plano apresentado, até 60% dos recursos de financiamento devem vir de parcerias com o setor privado, o que exige uma articulação ampla com investidores nacionais e internacionais.
Em 2023, o banco já havia investido US$ 7,5 bilhões (aproximadamente R$ 43,2 bilhões) em financiamento. A nova meta representa um aumento expressivo e sinaliza o fortalecimento da agenda ambiental na atuação do banco.
Além disso, a instituição prevê destinar US$ 25 bilhões (R$ 144,2 bilhões) até 2030 a projetos de adaptação e “duplo propósito”, isto é, que combinem benefícios climáticos e sociais ao mesmo tempo.


