Foco em programas regionais e ações estruturantes
Para cumprir essas metas, o BID estruturou programas regionais que integram ações de proteção ambiental com desenvolvimento econômico. Um dos principais é o “Amazônia Sempre”, criado para apoiar o desenvolvimento sustentável da região amazônica, com foco na conservação da biodiversidade, no uso sustentável dos recursos naturais e no bem-estar das populações locais.
Outro exemplo é o “One Caribbean”, voltado à adaptação dos países caribenhos aos impactos das mudanças climáticas. A região é especialmente vulnerável a eventos extremos como furacões, inundações e aumento do nível do mar.
Já o programa “América en el Centro” foca nos países da América Central, buscando fortalecer políticas públicas ambientais e infraestrutura resiliente ao meio ambiente.
A ampliação do financiamento também está alinhada com as exigências de governos e organizações internacionais, que cobram dos bancos multilaterais maior participação na luta contra o aquecimento global e preservação do meio ambiente.
Esses bancos, como o BID, o Banco Mundial e o Banco Europeu de Investimento, são vistos como fundamentais para mobilizar recursos e criar mecanismos que permitam aos países em desenvolvimento adotarem soluções sustentáveis sem comprometer seu crescimento econômico.
Vale reforçar que, em novembro de 2025, o Brasil vai sediar a COP 30, a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas. Ações de fomento e a criação de iniciativas sustentáveis estarão no centro das atenções, além de receberem mais destaque em relação à agenda global do clima.


