Mudando a rotina e mexendo no orçamento
Vira e mexe, surgem receitas milagrosas divulgadas incessantemente nas redes digitais. Chás, papinhas, sopas. É importante dizer que a mudança alimentar é crucial: alguns alimentos podem fazer a diferença na dieta, sim, comprovado cientificamente. Ou seja, como se não bastasse o sofrimento corporal, precisamos alterar os hábitos alimentares. Traduzindo: meter a mão no bolso, trazendo da feira alimentos como inhame, amora, castanhas, peixe, amêndoas, abacate, linhaça, leite.
Enfim, alimentos ricos em vitamina D, cálcio e zinco. Vamos fazer as contas: 1 kg de inhame pode custar até R$ 22 (vinte e dois reais), uma caixinha de amora pode chegar a R$ 15 (quinze reais), 100 g de castanha, R$ 22 (vinte e dois reais), e de amêndoas, R$ 10 (dez reais).
O peixe depende do gosto de cada um, mas o pedaço de salmão com 500 g pode passar de R$ 50 (cinquenta reais). O abacate, a unidade da fruta, ultrapassa os R$ 9 (nove reais); linhaça, 1 kg, mais de R$ 16 (dezesseis reais); e, por fim, o leite, dependendo da marca, pode bater os R$ 8 (oito reais).
Não vou mentir: a cesta menopausa foge um pouco do orçamento de grande parte das mulheres brasileiras. Tudo muito caro. Caro mesmo! Mas, como diz a Dra. Gláucia: “A menopausa é inevitável, temos que passar por ela, ou…” Logo, mulheres, a prevenção pode ser o xeque-mate para nossa qualidade de vida.


