Durante a cúpula do BRICS realizada neste sábado, 5 de julho, no Rio de Janeiro, os países-membros do bloco (Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul e os novos integrantes como Arábia Saudita e Egito) defenderam, em documento oficial, uma reforma estrutural no Fundo Monetário Internacional (FMI). O objetivo é reequilibrar o poder de decisão na instituição, ajustando as cotas de participação e os votos ao peso real das economias emergentes no cenário global.
Intitulado “Visão do Rio de Janeiro para Reforma de Cotas e Governança do FMI”, o texto afirma que a atual estrutura do Fundo continua presa a um “acordo anacrônico do pós-guerra”, que favorece países desenvolvidos e concentra a liderança institucional nos mesmos desde sua criação em 1944.



