O que o BRICS propõe?
Os ministros da Fazenda e presidentes de bancos centrais do bloco propuseram:
- Nova fórmula de cálculo das cotas, baseada em critérios como o PIB ajustado por PPP, abertura econômica e volatilidade financeira;
- Proteção às cotas de países mais pobres, para que não percam espaço mesmo com a reestruturação;
- Criação de um cargo de diretor-gerente adjunto do FMI para representantes de países em desenvolvimento;
- Maior diversidade regional e de gênero na liderança e nos cargos técnicos médios do Fundo.
Além disso, o BRICS quer que a 17ª Revisão Geral de Cotas (GRQ), já em debate no Conselho de Governadores do FMI, incorpore essas mudanças. No atual ciclo, a 16ª GRQ prevê apenas um aumento de 50% nas cotas, sem redistribuição significativa do poder.
“Consideraremos ações coordenadas para garantir que a 17ª GRQ inclua reformas significativas de cotas e governança”, afirma o documento.
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