Caminhos para melhorar o retorno dos impostos
O alerta do IBPT é claro: sem reformas na gestão pública, sem reduzir desperdícios e sem combater a corrupção, o retorno à população não melhorará significativamente. O estudo sugere que uma aplicação mais inteligente dos recursos em saúde, educação e infraestrutura é o caminho para reverter esse quadro.
Mesmo com a economia frágil, vários estados do Norte e Nordeste registram melhoria gradual em indicadores como IDH. Amazonas, por exemplo, centrou esforços em educação e saúde e, como reflexo, escalou posições: saiu da última para o 22º lugar no ranking.
Em contraponto, estados como Pará apresentaram queda significativa: despencou do 16º para o 26º lugar no ranking nacional.
O estudo mapeia o ciclo pernicioso: menos arrecadação ou arrecadação mal aplicada leva a IDH baixo, o que reforça a dificuldade em gerar desenvolvimento humano. Isso agrava a desigualdade regional e mantém milhões longe de melhores condições de vida.
Portanto, a conclusão é clara: o desafio brasileiro está menos no volume de recursos e mais na habilidade de aplicá-los com eficácia, rumo a estados e um país mais justos e desenvolvidos.


