Brasil está fora, mas lista pode mudar
Segundo o governo americano, a escolha dos países para o programa piloto foi baseada em um relatório de 2023 do Departamento de Segurança Interna. Esse relatório avalia a taxa de pessoas que ficam nos Estados Unidos por mais tempo do que o permitido pelo visto.
O Malaui teve uma taxa de 14,32% e a Zâmbia, 11,11%. Já o Brasil teve uma taxa bem menor, de apenas 1,62%. Mesmo assim, o governo dos EUA não explicou por que países com taxas mais altas que Malaui e Zâmbia ficaram fora do programa.
O Departamento de Estado informou que essa lista pode ser atualizada durante o período de um ano. Caso outros países sejam incluídos, o anúncio será feito com pelo menos 15 dias de antecedência.
Um programa semelhante foi criado em 2020, mas não chegou a ser totalmente aplicado devido à pandemia de Covid-19, que reduziu drasticamente as viagens internacionais.
Neste novo programa, o governo dos Estados Unidos reforça que o objetivo é controlar a permanência dos visitantes e manter o sistema de vistos funcionando de forma segura. As regras, segundo os EUA, foram criadas para garantir o cumprimento do tempo de estadia permitido e não para punir os solicitantes.


