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Apesar de recorde nas exportações, setores ainda sofrem com tarifaço dos EUA

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Impacto rápido, profundo e desigual

Os especialistas da FGV resumem o efeito do tarifaço em três palavras: rápido, profundo e desigual. Em pouco tempo, setores inteiros sentiram a retração das vendas. A intensidade varia conforme o produto e a região, mas a tendência é clara: exportar para os Estados Unidos ficou mais difícil e menos lucrativo.

Mesmo assim, os pesquisadores afirmam que ainda é cedo para medir as consequências sobre o emprego. O motivo é que muitas empresas estão em processo de adaptação. Há movimentos de busca por novos mercados e até ajustes na linha de produção para reduzir perdas. Esse período de reorganização pode, em parte, compensar o choque inicial.

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Sobre o autor Saara Paiva

Jornalista, exploradora de eventos culturais e entusiasta da prática de esportes. Escreve sobre finanças sem palavras difíceis e com temas relevantes para quem vive a realidade brasileira.

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