Além das mortes, o impacto da operação foi sentido em diversas áreas da cidade. De acordo com a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), as paralisações nas zonas norte e central afetaram cerca de 400 estabelecimentos comerciais e industriais, resultando em perdas estimadas em R$ 35 milhões somente nas primeiras 24 horas da operação.
As interrupções no transporte público também agravaram o cenário. O MetrôRio precisou suspender parcialmente o funcionamento de estações próximas às comunidades, enquanto linhas de ônibus que cruzavam a região foram desviadas. O custo médio do transporte urbano aumentou temporariamente em 7% devido à alta no consumo de combustível e à necessidade de rotas alternativas, segundo levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).