Mortalidade infantil cai e ajuda a elevar a expectativa de vida
A taxa de mortalidade infantil, que considera as mortes de crianças com menos de um ano, também apresentou recuo. Em 2024, o índice ficou em 12,3 mortes por mil nascidos vivos, abaixo das 12,5 mortes por mil registradas em 2023. A queda é expressiva quando observada em perspectiva histórica: em 1940, o Brasil registrava 146,6 mortes infantis por mil nascidos, o que evidencia uma grande melhora ao longo do tempo.
Para o IBGE, a redução contínua dessa taxa está ligada a diversos fatores. Campanhas de vacinação, maior acesso ao pré-natal, incentivo ao aleitamento materno, atuação dos agentes comunitários de saúde e programas de nutrição infantil têm desempenhado papel central nessa evolução.
Além disso, avanços sociais, como aumento da renda, da escolaridade e do número de domicílios com saneamento adequado, também contribuíram para a queda das mortes infantis e, consequentemente, para o aumento da expectativa de vida no país.


