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Países mais dependentes de importações expõem riscos globais; Brasil segue caminho oposto com superávit comercial

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Pequenos países lideram ranking de dependência

No topo da lista está Hong Kong, cujas importações equivalem a 178% do PIB. O número elevado se explica pelo papel do território como um dos maiores centros logísticos do mundo: grande parte dos produtos entra, passa por Hong Kong e segue para outros destinos. Como as importações são contabilizadas pelo valor total, o índice acaba inflado.

Outros polos financeiros e comerciais aparecem logo em seguida, como Luxemburgo, San Marino e Singapura, todos com importações superiores a 140% do PIB.

Fora desses grandes centros, o ranking é dominado por pequenos países insulares (cercados por água, localizados em ilhas) ou com território limitado, como Nauru, Seychelles e Kiribati. No total, 26 dos 30 países mais dependentes de importações têm população inferior a 10 milhões de habitantes, o que dificulta a manutenção de uma produção agrícola, industrial e energética diversificada.

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Sobre o autor Saara Paiva

Jornalista, exploradora de eventos culturais e entusiasta da prática de esportes. Escreve sobre finanças sem palavras difíceis e com temas relevantes para quem vive a realidade brasileira.

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