Impacto econômico e o custo para empresas
O avanço do adoecimento mental no trabalho provoca reflexos financeiros diretos na economia e no caixa das empresas. Segundo dados do INSS citados pela Anamt, os afastamentos por transtornos mentais custaram mais de R$ 954 milhões aos cofres públicos apenas em 2025.
Para as empresas, o custo vai muito além dos dias parados. Além do pagamento dos primeiros 15 dias de licença, o aumento de colaboradores afastados por doenças geradas pelo trabalho pode elevar o Fator Acidentário Previdenciário (FAP) da empresa, aumentando a alíquota do imposto que incide sobre a folha de pagamento.
Especialistas alertam que a falta de gestão de riscos psicossociais gera uma reação em cadeia:
- Queda acentuada de produtividade;
- Aumento de processos e ações trabalhistas indenizatórias;
- Elevação generalizada dos custos operacionais.


