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Pedágio Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI) sobe para R$ 40,60; veja o impacto para motoristas e turistas

O que muda para o motorista?

A expectativa é que o novo sistema reduza filas e melhore o fluxo de veículos, principalmente em períodos de grande movimento, como feriados prolongados, férias escolares e datas comemorativas.

Outro objetivo é aumentar a fluidez do trânsito na chegada ao litoral e no retorno para a capital, eliminando os pontos de retenção provocados pelas praças físicas de pedágio.

Por outro lado, os motoristas precisarão ficar atentos ao novo modelo de pagamento. Quem não possui TAG terá a cobrança realizada por meio da leitura da placa do veículo e deverá seguir as orientações da concessionária para quitar a tarifa dentro do prazo estabelecido.

Mudança pode tirar o sistema do topo do ranking

Embora o valor total da viagem continue em R$ 40,60, a divisão da cobrança em dois trechos de R$ 20,30 pode alterar a forma como o Sistema Anchieta-Imigrantes aparece nos rankings nacionais de pedágio.

Hoje, Anchieta e Imigrantes ocupam a liderança entre as tarifas mais altas do país. Com o free flow e a cobrança fracionada, o sistema poderá deixar de figurar isoladamente como o pedágio mais caro do Brasil, ainda que o custo total da viagem permaneça o mesmo para quem percorre todo o trajeto.

A mudança marca uma nova etapa na modernização das rodovias paulistas, mas também chega acompanhada de um reajuste que aumenta o custo de deslocamento para milhões de motoristas que utilizam o principal corredor entre a Região Metropolitana de São Paulo e o litoral.

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