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Brasil ainda deverá desperdiçar parte da energia solar e eólica até 2030, aponta ONS

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Cortes devem diminuir, mas continuarão frequentes

De acordo com a projeção, a necessidade de limitar a produção cairá de 19% das horas registradas em 2027 para 14% em 2030. Mesmo com essa redução, as restrições continuarão sendo comuns entre agosto e outubro, período de maior intensidade dos ventos no país. Os horários entre 7h e 15h devem concentrar a maior parte das ocorrências, especialmente aos domingos.

O ONS estima que, em determinados momentos, os cortes poderão chegar a até 40 gigawatts (GW), unidade utilizada para medir a potência elétrica. A maior parte dessas reduções ocorrerá por excesso de oferta de energia, quando a geração supera o consumo.

Já as limitações provocadas por questões técnicas, como falhas em equipamentos ou na operação da rede, devem diminuir de 7% para 4% das horas até 2030. Segundo o operador, a redução gradual dos cortes será favorecida pelo crescimento do consumo, pela ampliação das linhas de transmissão e pelo ritmo menor de entrada de novas usinas renováveis.

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Sobre o autor Saara Paiva

Jornalista, exploradora de eventos culturais e entusiasta da prática de esportes. Escreve sobre finanças sem palavras difíceis e com temas relevantes para quem vive a realidade brasileira.

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