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Mercado de trabalho avança pouco na América Latina; renda cresce 18% em 30 anos

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Mulheres avançaram, mas desigualdades permanecem

A entrada de mais mulheres na força de trabalho contribuiu para o aumento da participação no mercado nas últimas três décadas. A diferença entre homens e mulheres também diminuiu, enquanto o emprego formal cresceu, ainda que de maneira modesta.

Apesar desses avanços, o mercado de trabalho continua desigual entre diferentes grupos da população. O relatório identifica diferenças relacionadas a sexo, idade, escolaridade, origem étnica e deficiência no acesso ao emprego, à formalização e aos rendimentos.

Parte dessas diferenças está relacionada ao nível de escolaridade e à experiência. Ainda assim, o estudo aponta que permanecem desigualdades importantes relacionadas a gênero e grupo étnico mesmo quando são comparadas pessoas com o mesmo nível de educação e experiência.

Os baixos níveis de renda também são associados pelo relatório à baixa produtividade. O estudo afirma ainda que, em alguns casos, os trabalhadores não recebem integralmente a parte do valor que geram.

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Sobre o autor Saara Paiva

Jornalista, exploradora de eventos culturais e entusiasta da prática de esportes. Escreve sobre finanças sem palavras difíceis e com temas relevantes para quem vive a realidade brasileira.

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