IBOV 138.420 +0,82% USD/BRL 5,18 -0,34% EUR/BRL 5,62 +0,11% Bitcoin US$ 61.450 -0,38% Ethereum US$ 1.627 -0,67% Selic 9,75% estável IPCA 12m 3,84% -0,12pp Petróleo Brent US$ 82,40 +1,21%

O que é cafake? Descubra o alerta que vem da indústria

Por

·

Produção por estado

Cada estado apresenta uma realidade diferente. Em Minas Gerais, o maior produtor, a produção deve ser de 24,8 milhões de sacas, uma queda de 11,6% devido à seca e à baixa bienalidade.

No Espírito Santo, a produção crescerá 9%, atingindo 15,1 milhões de sacas. O conilon será responsável por 11,8 milhões de sacas, com um aumento de 20,1%, enquanto o arábica deve diminuir em 18,1%.

São Paulo, único produtor de arábica, estima uma produção de 4,6 milhões de sacas, uma redução de 15,3%. Já na Bahia, a produção deve crescer 11,3%, com 3,4 milhões de sacas, sendo 2,2 milhões de conilon e 1,2 milhão de arábica.

Rondônia, que cultiva apenas conilon, deve produzir 2,2 milhões de sacas, com um aumento de 6,5%. Paraná e Rio de Janeiro, também com produção majoritária de arábica, esperam 675,3 mil e 373,7 mil sacas, respectivamente. Goiás e Mato Grosso projetam quedas devido ao clima e à bienalidade negativa.

Continuar lendo

Sobre o autor Thaline Silva

Natural de Belém do Pará, formada em Geografia pela UFPA, graduanda em Jornalismo pela Estácio e roteirista com pós-graduação em Cinema

Newsletter

As principais notícias de finanças no seu e-mail

Análises de mercado, economia e negócios. Sem spam, cancele quando quiser.

Publicidade
Publicidade