Influência com propósito
Na relação com influenciadores digitais, a pesquisa mostra nuances. Apenas 25% consideram que influenciadores determinam a decisão de compra, mas 38% já compraram por recomendação. A rejeição é baixa: só 27% deixaram de adquirir algo por não gostarem da figura pública envolvida.
Mais do que fama, o que pesa é a identificação. Histórias de superação, proximidade de valores e trajetórias de vida são atributos que geram engajamento. A religião, muitas vezes vista como fator central nesse público, tem peso menor: apenas 13% destacaram esse critério como relevante.
Por outro lado, aspectos éticos e comportamentais influenciam fortemente na rejeição. Histórico de violência (52%) e problemas com a lei (51%) aparecem como principais motivos para descartar um influenciador, seguidos por traição conjugal e intolerância religiosa.
Quando se trata de campanhas, as ações que mais atraem envolvem impacto social. Campanhas de doação (55%) e iniciativas de conscientização (49%) estão entre as preferidas, mostrando que a associação de marcas a causas coletivas fortalece a relação com esse público.


