Os Correios decidiram dividir o empréstimo de R$ 20 bilhões que estão buscando no mercado financeiro em várias operações menores, em vez de fechar o contrato com apenas um grupo de bancos. A medida tem dois objetivos principais: aumentar o número de instituições interessadas e reduzir os juros cobrados no financiamento, que contará com garantia da União, ou seja, o governo federal se torna fiador da dívida.
O crédito é considerado essencial para reforçar o caixa da estatal, que enfrenta uma crise prolongada e acumula perdas desde 2022. Somente neste ano, os prejuízos devem ultrapassar R$ 10 bilhões, e projeções internas indicam que, sem novos recursos, o déficit pode chegar a R$ 20 bilhões em 2026.



