Oi tenta encerrar ciclo de crise iniciado há quase uma década
A Oi, que já foi uma das maiores operadoras de telecomunicações do Brasil, vive uma crise prolongada. A empresa entrou em recuperação judicial pela primeira vez em 2016, com uma dívida de cerca de R$ 65 bilhões, o maior processo do tipo na história do país.
Após vender ativos como a operação móvel (comprada por Claro, TIM e Vivo) e parte da rede de fibra óptica (transferida para a empresa V.tal), a companhia tentou se reestruturar, mas não conseguiu recuperar fôlego financeiro.
Em 2023, a operadora voltou a pedir proteção judicial contra credores, mas o plano de recuperação acabou interrompido pela Justiça em novembro de 2025, com a decretação da falência.


