Modelo presencial ainda é o mais comum no Brasil e no mundo
Apesar da expansão do trabalho remoto e híbrido, a pesquisa mostra que a maior parte da mão de obra continua atuando presencialmente. No Brasil, 53% dos trabalhadores permanecem nesse modelo. Em escala global, o percentual chega a 56%, segundo os dados da ADP.
O relatório revela ainda que esse número aumentou dois pontos percentuais em 2025, indicando um movimento de retorno gradual aos espaços físicos das empresas. O crescimento está ligado a políticas internas e à reestruturação de setores que dependem de interação direta com equipes e clientes.


