A TV aberta como fronteira de Inclusão
A recente parceria anunciada com a TV Gazeta e o olhar atento a movimentos de emissoras como o SBT revelam uma preocupação estratégica de Marina: a desigualdade no acesso ao conteúdo.
“O futuro da audiência está nas crianças”
afirma Marina Fraga
Para ela, a falta de programação infantil na TV aberta cria uma geração de crianças totalmente dependentes da internet e acaba excluindo quem não tem acesso fácil à rede, como pacientes em hospitais, moradores de comunidades com baixa conectividade ou regiões ribeirinhas. Nesse cenário, ocupar espaço na televisão aberta passa a ser uma forma de democratizar o acesso ao entretenimento infantil.


