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Brasil cai sete posições em ranking global de competitividade

Educação, produtividade e juros altos puxam queda do Brasil

Segundo o estudo, alguns dos piores desempenhos brasileiros em 2026 ocorreram justamente em áreas consideradas essenciais para o aumento da produtividade.

Entre os fatores que mais prejudicaram a posição do país estão:

  • Custo de capital elevado;
  • Alto endividamento corporativo;
  • Baixa qualidade da educação básica;
  • Escassez de mão de obra qualificada;
  • Deficiências em habilidades financeiras e linguísticas;
  • Baixa produtividade da força de trabalho.

O ranking mostra que o Brasil ocupa posições próximas das últimas colocações globais em vários desses indicadores, o que compromete a capacidade de competir com economias mais desenvolvidas e até mesmo com países emergentes.

Queda na competitividade reduz investimentos e limita o crescimento

A competitividade está diretamente relacionada à capacidade de um país atrair investimentos, gerar empregos e aumentar a renda da população.

Quando um país apresenta baixa competitividade, as empresas enfrentam maiores custos para produzir, contratar e expandir seus negócios. Isso reduz investimentos e limita o crescimento econômico.

Entre os impactos mais relevantes estão:

  • Menor atração de capital estrangeiro;
  • Crescimento econômico mais lento;
  • Menor geração de empregos qualificados;
  • Redução da produtividade;
  • Menor capacidade de inovação;
  • Perda de participação no comércio internacional.

Para investidores internacionais, rankings desse tipo funcionam como um termômetro do ambiente de negócios. Quanto melhor for a posição de um país, maior tende a ser sua capacidade de receber recursos produtivos de longo prazo.

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