Educação, produtividade e juros altos puxam queda do Brasil
Segundo o estudo, alguns dos piores desempenhos brasileiros em 2026 ocorreram justamente em áreas consideradas essenciais para o aumento da produtividade.
Entre os fatores que mais prejudicaram a posição do país estão:
- Custo de capital elevado;
- Alto endividamento corporativo;
- Baixa qualidade da educação básica;
- Escassez de mão de obra qualificada;
- Deficiências em habilidades financeiras e linguísticas;
- Baixa produtividade da força de trabalho.
O ranking mostra que o Brasil ocupa posições próximas das últimas colocações globais em vários desses indicadores, o que compromete a capacidade de competir com economias mais desenvolvidas e até mesmo com países emergentes.
Queda na competitividade reduz investimentos e limita o crescimento
A competitividade está diretamente relacionada à capacidade de um país atrair investimentos, gerar empregos e aumentar a renda da população.
Quando um país apresenta baixa competitividade, as empresas enfrentam maiores custos para produzir, contratar e expandir seus negócios. Isso reduz investimentos e limita o crescimento econômico.
Entre os impactos mais relevantes estão:
- Menor atração de capital estrangeiro;
- Crescimento econômico mais lento;
- Menor geração de empregos qualificados;
- Redução da produtividade;
- Menor capacidade de inovação;
- Perda de participação no comércio internacional.
Para investidores internacionais, rankings desse tipo funcionam como um termômetro do ambiente de negócios. Quanto melhor for a posição de um país, maior tende a ser sua capacidade de receber recursos produtivos de longo prazo.