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Brasil cai sete posições em ranking global de competitividade

Caminho para a recuperação

Especialistas apontam que o avanço da competitividade brasileira depende de reformas estruturais e investimentos contínuos em capital humano.

Entre as medidas frequentemente defendidas estão:

Reforma educacional

A melhoria da qualidade da educação básica e da formação técnica é considerada uma das principais prioridades para elevar a produtividade da economia.

Redução do custo de capital

Juros elevados encarecem investimentos e dificultam a expansão das empresas. A redução sustentável desse custo é vista como fundamental para aumentar a competitividade nacional.

Simplificação tributária

A implementação da reforma tributária pode reduzir burocracias e custos operacionais para empresas, aumentando a eficiência econômica.

Melhoria do ambiente regulatório

Segurança jurídica, previsibilidade regulatória e digitalização dos serviços públicos são fatores frequentemente apontados como essenciais para atrair investimentos.

Incentivo à inovação

Investimentos em pesquisa, tecnologia e transformação digital podem aumentar a produtividade das empresas brasileiras e ampliar sua competitividade internacional.

Perspectivas

Apesar da queda expressiva em 2026, o Brasil ainda apresenta pontos fortes reconhecidos internacionalmente, como o potencial do mercado consumidor, a matriz energética renovável, a capacidade de atração de investimentos estrangeiros e o dinamismo empreendedor.

No entanto, o novo resultado do ranking mostra que esses diferenciais continuam sendo insuficientes para compensar problemas históricos relacionados à educação, produtividade, eficiência governamental e ambiente de negócios. Sem avanços nessas áreas, o país pode permanecer entre as economias menos competitivas do mundo nos próximos anos.

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