Caminho para a recuperação
Especialistas apontam que o avanço da competitividade brasileira depende de reformas estruturais e investimentos contínuos em capital humano.
Entre as medidas frequentemente defendidas estão:
Reforma educacional
A melhoria da qualidade da educação básica e da formação técnica é considerada uma das principais prioridades para elevar a produtividade da economia.
Redução do custo de capital
Juros elevados encarecem investimentos e dificultam a expansão das empresas. A redução sustentável desse custo é vista como fundamental para aumentar a competitividade nacional.
Simplificação tributária
A implementação da reforma tributária pode reduzir burocracias e custos operacionais para empresas, aumentando a eficiência econômica.
Melhoria do ambiente regulatório
Segurança jurídica, previsibilidade regulatória e digitalização dos serviços públicos são fatores frequentemente apontados como essenciais para atrair investimentos.
Incentivo à inovação
Investimentos em pesquisa, tecnologia e transformação digital podem aumentar a produtividade das empresas brasileiras e ampliar sua competitividade internacional.
Perspectivas
Apesar da queda expressiva em 2026, o Brasil ainda apresenta pontos fortes reconhecidos internacionalmente, como o potencial do mercado consumidor, a matriz energética renovável, a capacidade de atração de investimentos estrangeiros e o dinamismo empreendedor.
No entanto, o novo resultado do ranking mostra que esses diferenciais continuam sendo insuficientes para compensar problemas históricos relacionados à educação, produtividade, eficiência governamental e ambiente de negócios. Sem avanços nessas áreas, o país pode permanecer entre as economias menos competitivas do mundo nos próximos anos.