A campanha promocional da Coca-Cola para a Copa do Mundo FIFA 2026, desenvolvida em parceria com a Panini, acabou gerando um problema inesperado para a gigante do setor de bebidas. Após uma série de furtos de rótulos contendo figurinhas colecionáveis, a companhia iniciou o recolhimento de garrafas adulteradas e assumiu os prejuízos causados pela ação de consumidores em diversos pontos de venda do país.
O caso ganhou repercussão depois que supermercados passaram a registrar dezenas de embalagens sem rótulos ou com sinais de violação nas prateleiras. Como o código de barras está presente nos rótulos promocionais, os produtos não podem ser comercializados após a retirada do material, gerando perdas para o varejo e para a fabricante.



