Simulação indica perda de 31% ao fim das apostas
Para ilustrar o desempenho das sugestões exibidas durante as transmissões, o ICL Notícias elaborou uma simulação com um apostador fictício que iniciou a Copa com R$ 1 mil, investindo 10% do saldo disponível em cada nova aposta, respeitando os limites definidos pelas próprias plataformas.
Após as dez primeiras apostas, o saldo caiu para R$ 553,32, uma perda de quase 45%. Depois de 20 apostas, restavam R$ 357,27, reduzindo o valor inicial em aproximadamente 65%. O menor saldo foi registrado após a 22ª aposta, quando sobraram R$ 289,39.

Na sequência, uma série de acertos permitiu recuperação parcial. Após a aposta de número 35, o saldo chegou a R$ 829,36. Mais tarde, uma sequência de vitórias durante uma partida da Argentina fez o valor ultrapassar os R$ 1 mil pela primeira vez, alcançando R$ 1.050,69 após a aposta 64. O maior saldo registrado foi de R$ 1.100 depois da aposta 68.
No entanto, novas derrotas reduziram novamente o valor disponível. Ao final da simulação, o apostador encerraria a sequência com R$ 691,10, acumulando perda de cerca de 31% em relação ao investimento inicial.
O levantamento também observou que, em sete das 29 apostas vencedoras, o valor máximo permitido para apostar era de apenas R$ 10, o que limitava o possível retorno financeiro. Além disso, boa parte das chamadas super odds, que oferecem pagamentos maiores, estava disponível apenas para usuários que já haviam apostado anteriormente na mesma plataforma.


