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Copa também é tempo de mudar hábitos

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O impacto para a saúde pública

Para Renata, não faz sentido a associação entre refrigerantes e esportes.

“Não podemos normalizar a associação do consumo de refrigerante aos esportes. Há uma incoerência óbvia.”

Ela lembra que evidências científicas relacionam o consumo de bebidas açucaradas a diversos prejuízos à saúde.

De acordo com os números do Panorama da Obesidade Infantil (dados oficiais do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional – SISVAN no período de 2015/2025), 30% das crianças e adolescentes atendidos pela Atenção Primária à Saúde do Sistema Único de Saúde (SUS) apresentam sobrepeso ou obesidade no Brasil. O consumo de alimentos ultraprocessados começa cedo: em 2020, 33% das crianças com menos de dois anos e 45% dos adolescentes já haviam consumido refrigerantes ou bebidas adoçadas no período analisado.

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Sobre o autor Edu Carvalho

Jornalista e apresentador. Com mais de uma década na comunicação, passou pela Globo, CNN, Revista Época. É colunista em Ecoa UOL e Projeto Colabora. Filho da Rocinha, cria do mundo.

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