Um debate que vai além do futebol
Não é a primeira vez que o mercado esportivo é obrigado a rever a quem empresta sua imagem. Há poucos dias, o Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) mostrou que, quando a pressão regulatória e social se organiza, mudanças no modelo de exposição de determinados produtos na televisão e em outras telas — como ocorreu com as bets — deixam de ser hipótese e passam a integrar a agenda.
Se as apostas, pelo lado negativo, mostram que é possível repensar regras de patrocínio em nome da proteção do consumidor, não há razão para que o refrigerante continue fora dessa discussão. Se a Copa também é tempo de festa, que seja, cada vez mais, tempo de repensar hábitos em nome da saúde de quem torce.


