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Quando a marca sai de cena: o troféu que revela a nova economia do futebol

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Um detalhe que vale bilhões

Nenhum elemento de uma Copa do Mundo aparece diante das câmeras por acaso. Cada cerimônia de premiação integra a estratégia comercial do torneio e nunca essa estratégia movimentou tanto dinheiro.

A FIFA projeta arrecadar cerca de US$13 bilhões no ciclo comercial de 2023 a 2026, o maior faturamento de sua história. Desse total, aproximadamente US$4,3 bilhões vêm dos direitos de transmissão, US$3,1 bilhões de hospitalidade e venda de ingressos e US$2,8 bilhões de contratos de marketing e patrocínio.

Ao mesmo tempo, a expansão da Copa de 32 para 48 seleções elevou o número de partidas de 64 para 104 jogos, um crescimento de 62,5% na quantidade de ativos comerciais disponíveis para patrocinadores.

Mais partidas significam mais transmissões, mais entrevistas, mais cerimônias de premiação e mais oportunidades para associar marcas aos protagonistas do espetáculo.

É justamente nesse cenário de expansão comercial que a FIFA flexibiliza um de seus protocolos mais visíveis. O patrocinador continua financiando a competição, mas sua presença deixa de ser obrigatória em um dos momentos de maior exposição da Copa.

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Sobre o autor Ana Paula Garcez

Força impulsionadora para comunicação e relacionamentos no esporte. Jornalista, Produtora de grandes eventos. Filha de mineiro com baiana, nascida em São Paulo e vive pelo mundo.

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