Tecnologia e cultura: percepções que dividem o mundo
Mônica iniciou destacando que a aceitação — ou rejeição — da tecnologia não ocorre de maneira uniforme ao redor do planeta. Segundo ela, a forma como diferentes culturas enxergam robôs e inteligência artificial está diretamente ligada à construção histórica de cada sociedade.
Como exemplo, citou o Japão, onde o envelhecimento populacional e a escassez de mão de obra levaram à integração de máquinas em atividades cotidianas. Robôs são usados para cuidar de idosos, automatizar serviços e preencher lacunas operacionais. Em contrapartida, em outras regiões, o receio de que a inteligência artificial substitua empregos ou comprometa a privacidade ainda freia sua adoção.


