A engrenagem por trás dos influenciadores
O uso estratégico de influenciadores foi apontado como um dos motores da economia criativa. “Entender a velocidade da internet e estar atento a tudo é essencial. Casos como o da Manu Cit, com a Guday, mostram movimentos que já eram tendência nos Estados Unidos e só agora chegam ao Brasil”, afirmou Lucas Continentino.
Pedro Gelli destacou que, mais do que quantidade, é a qualidade que sustenta o crescimento: “Você não precisa ter uma boa frequência, e sim uma boa qualidade”. Segundo ele, a visão analítica sobre o negócio é o que garante evolução constante.
Além disso, Pedro explica que sair do posicionamento de “criador automático” para “criador analítico” é extremamente importante, considerando que você passa a ver os vídeos e o mercado com outros olhos. “Você passa a replicar o que dá certo e encurta os caminhos”, ressalta. Essa mudança de postura permite que o criador compreenda melhor os dados de engajamento, identifique padrões e tome decisões mais estratégicas sobre formatos, temas e parcerias.


