FOMO e o impulso criativo
O painel também abordou o papel do FOMO (fear of missing out, em tradução, medo de perder) na aceleração do consumo de conteúdo. Estratégias que exploram esse fenômeno, aliado à autenticidade e relevância, têm maior potencial de viralizar.
Outro ponto discutido foi a diferenciação entre tipos de criadores: educadores, que ensinam; conteudistas, que informam; e criadores de conteúdo, que entrelaçam entretenimento, produto e narrativa. Entender essas categorias ajuda a definir parcerias, formatos e formas de monetização mais eficazes.
Mais do que um fenômeno cultural, a economia criativa tem peso crescente na economia global. No Brasil, o marketing de influência movimentou R$ 10,5 bilhões em 2023, segundo o estudo “Creators e a Economia da Influência”, realizado pela YOUPIX.
Esse mercado transforma creators em micro e macroempresas capazes de gerar empregos, impulsionar vendas e lançar tendências de consumo. Plataformas como Instagram, TikTok e YouTube funcionam como vitrines e pontos de venda, encurtando o caminho entre desejo e compra.
No atual cenário, marcas que compreendem essa dinâmica e investem na construção de narrativas autênticas ao lado de criadores tendem a não apenas vender mais, mas também conquistar defensores e embaixadores de longo prazo.


