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RIW 25: o poder dos influenciadores para alavancar marcas e vendas

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FOMO e o impulso criativo

O painel também abordou o papel do FOMO (fear of missing out, em tradução, medo de perder) na aceleração do consumo de conteúdo. Estratégias que exploram esse fenômeno, aliado à autenticidade e relevância, têm maior potencial de viralizar.

Outro ponto discutido foi a diferenciação entre tipos de criadores: educadores, que ensinam; conteudistas, que informam; e criadores de conteúdo, que entrelaçam entretenimento, produto e narrativa. Entender essas categorias ajuda a definir parcerias, formatos e formas de monetização mais eficazes.

Mais do que um fenômeno cultural, a economia criativa tem peso crescente na economia global. No Brasil, o marketing de influência movimentou R$ 10,5 bilhões em 2023, segundo o estudo “Creators e a Economia da Influência”, realizado pela YOUPIX.

Esse mercado transforma creators em micro e macroempresas capazes de gerar empregos, impulsionar vendas e lançar tendências de consumo. Plataformas como Instagram, TikTok e YouTube funcionam como vitrines e pontos de venda, encurtando o caminho entre desejo e compra.

No atual cenário, marcas que compreendem essa dinâmica e investem na construção de narrativas autênticas ao lado de criadores tendem a não apenas vender mais, mas também conquistar defensores e embaixadores de longo prazo.

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Sobre o autor Rafaella Ranulfo

Jornalista especializada em assessoria e gestão da comunicação. Pós-graduanda em psicologia positiva, felicidade e bem-estar. Além de suas contribuções online, é autora de dois livros e criadora de conteúdo

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