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Por que a Meta trocou checagem por notas da comunidade?

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Acionistas e presença fora dos EUA

No anúncio sobre as mudanças na política de checagem de fatos, Mark Zuckerberg afirmou que a Meta quer trabalhar com o governo de Donald Trump para pressionar países que tentam impor regras mais rígidas na internet. Ele destacou que a empresa vai colaborar com o novo governo dos Estados Unidos para combater ações que, na visão dele, atacam empresas americanas e aumentam a censura.

Zuckerberg disse que é fundamental ter o apoio do governo dos Estados Unidos para enfrentar essa tendência global. Ele criticou a Europa, dizendo que está, na sua opinião, tornando a censura algo oficial, afirmou que na América Latina há tribunais que podem pedir a remoção de conteúdos de forma secreta e acusou a China de censurar os aplicativos da Meta.

Vivian Schiller, da Aspen Digital, sugeriu que essas declarações mostram a importância de a Meta manter uma presença forte e negócios ativos nesses mercados, o que também é vantajoso para os acionistas da empresa.

Ela também comentou que palavras como “censura” e “liberdade de expressão” têm significados diferentes para várias pessoas e que cada região tem suas próprias regras sobre o assunto. Schiller observou que a Europa e a América Latina têm políticas diferentes das dos Estados Unidos.

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Sobre o autor Thaline Silva

Natural de Belém do Pará, formada em Geografia pela UFPA, graduanda em Jornalismo pela Estácio e roteirista com pós-graduação em Cinema

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