A Telemedicina é viável?
Com a palavra, uma das maiores instituições educacionais do Brasil. Dados da Universidade de São Paulo (USP) apontam que a telemedicina foi a especialidade médica que mais cresceu nos últimos 20 anos, mudando a relação entre profissionais da saúde e os pacientes.
As maiores nações do planeta abriram as portas para a Telemedicina. Países como Canadá, Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha, França, Japão, Coreia, Singapura estão de vento em popa. Já no continente africano, muitos nunca ouviram falar do serviço — e, pasmem, a Groenlândia depende totalmente da Telemedicina.

O SUS foi pioneiro na utilização da chamada Telessaúde, com a criação do Programa Telessaúde Brasil Redes, dentro do SUS Digital. Apesar de muitas discordâncias, a Telemedicina foi regulamentada como um serviço médico que utiliza tecnologias de comunicação.
Dar acessibilidade a um maior número de pessoas às ações e serviços de saúde, reduzindo as desigualdades, são argumentos usados para ultrapassar a linha do desconhecido. Todos sabem que a Telemedicina não substitui o atendimento presencial, mas amplia o acesso daqueles que enfrentam dificuldades para chegar a um posto médico ou a um hospital.


